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Lanche Saudável com banana e iogurte

29 de dezembro de 2013

Muitas pessoas procuram opções de lanches saudáveis, ou querem consumir alguma coisa mais leve e fugir do tradicional pãozinho no final da tarde. Existem muitas opções, mas hoje eu fiz essa em casa para mim e para minha sobrinha de 3 anos que também adorou.

Esse lanche pode ser usado também como opção no lanche da manhã, aquele antes do almoço, para quem não tem muito tempo de preparar alguma coisa, porque esse receitinha não demora nem 5 minutos para fazer.

Você também pode variar a receita, substituindo o açúcar mascavo por mel, ou acrescentando outra fruta, como o morango por exemplo.

Então, bom apetite!

 

lanche de banana cópia

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IBGE: “Análise de Consumo Alimentar Pessoal no Brasil”

29 de julho de 2011

Dieta do brasileiro é pobre em frutas e legumes, diz IBGE.


Mais de 90% dos brasileiros consomem menos frutas, legumes e verduras do que o recomendado pelo Ministério da Saúde. Esta é uma das conclusões da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE, divulgada nesta quinta-feira pelo instituto.

O levantamento mostra que os alimentos mais comuns na mesa dos brasileiros de todas as classes, regiões e idades são café, feijão, arroz, sucos, refrigerantes e carnes bovinas.

O problema, no entanto, com exceção dos refrigerantes, não está neste grupo, mas em outros alimentos que têm sido mais consumidos, como biscoitos recheados, salgadinhos, pizzas, doces e outros de alto teor calórico e baixo valor nutritivo.

Por causa desta dieta de baixa qualidade, o percentual de brasileiros com níveis altos de inadequação de consumo de diversos nutrientes é alto para quase todos eles.
O consumo de fibras ficou abaixo do recomendado para 68% dos brasileiros. Já no caso de açúcares e gorduras saturadas, o consumo é em excesso, respectivamente, entre 61% e 82% da população.

A má alimentação do brasileiro se reflete também na baixa ingestão de algumas vitaminas, abaixo dos níveis recomendados. Praticamente todos os brasileiros consomem menos vitaminas D e E do que o recomendado, pois a proporção de inadequação neste caso é superior a 98% independente da idade ou sexo.
A falta de vitamina A também é um problema, pois a proporção de inadequação deste nutriente varia entre 63% entre meninas de 10 a 13 anos a 82% entre homens de 14 a 18.

PEIXE É MAIS CONSUMIDO NO NORTE; CARNE DE BOI NO CENTRO-OESTE

A comparação por região permite também identificar diferentes hábitos alimentares. Ninguém supera os nortistas, por exemplo, no consumo de peixe, farinha e açaí.

No Sul, o destaque é o chá. No Centro-Oeste, brasileiros reportaram o maior consumo de carne bovina.
No Sudeste, a batata-inglesa é mais presente no cardápio do que em qualquer outra região. Por fim, nordestinos apresentaram o maior consumo de milho entre todos os pesquisados.

Fonte: CRN-9

Estudo da Anvisa mostra alimentos com maior quantidade de sódio

12 de abril de 2011

Macarrão instantâneo é o produto com maior quantidade da substância.
Sódio é responsável por doenças crônicas, como hipertensão e colesterol.


Estudo divulgado nesta quinta-feira (18) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aponta o macarrão instantâneo como o produto com maior quantidade de sódio, dentre 20 categorias de alimentos analisados.

De acordo com o estudo, a quantidade de sódio presente em uma porção de macarrâo instantâneo é superior a uma colher rasa de sal, porção recomendada de consumo diário da substância.

O excesso de sódio é apontado como um dos responsáveis pelo aumento dos registros de doenças crônicas, como hipertensão, problemas cardíacos, de colesterol e de rins e obesidade.

Ao todo, ao Anvisa analisou 20 categorias de alimentos, especialmente as que são mais consumidos por crianças, como os salgadinhos de milho, macarrão instantâneo, biscoitos recheados e refrigerantes.

Segundo a Anvisa, o consumo de um pacote de salgadinho de milho ultrapassa a quantidade máxima de sódio recomendada por dia. O resultado do estudo será encaminhado pela agência para o Ministério da Saúde, a fim de que sejam adotada medidas de controle mais eficazes junto aos fabricantes de alimentos.

“O nosso mais desafiador trabalho é comunicar os riscos desses alimentos para a sociedade. Precisamos dizer para a população que existem alimentos iguais, mas menos saudáveis. Infelizmente, não podemos dizer [que] a Vigilância Sanitária recomenda este ou aquele produto”, disse a diretora da Anvisa Maria Cecília Brito.

Além da presença de sódio em vários produtos, a pesquisa Perfil Nutricional dos Alimentos Processados também analisou a quantidade de gordura, açúcar e ferro presente em alguns tipos de alimentos.

Na batalha palha, 55% das nove marcas analisadas apresentaram quantidade de gordura saturada registrada acima do indicado. Os biscoitos feitos à base de polvilho foram os que registraram maior índice de gordura, tanto a saturada quanto a trans.

Apesar de os índices serem considerados “alarmantes” pela agência, a Anvisa não considera necessária a aplicação imediata de punições para os fabricantes desses tipos de alimentos. De acordo com a diretora da agência, há uma disposição dos fabricantes em produzir alimentos mais saudáveis. A recomedação da diretora é que a população preste atenção nos rótulos dos produtos.

“Existem indústrias que já conseguem fazer produtos mais saudáveis. Queremos que todas possam fazer. Seria insano lançarmos a proibição desses alimentos. Existe uma disposição fantástica do setor produtivo. Eles colaboraram e temos todos os motivos para acreditar que avançamos para um momento salutar da saúde pública brasileira”, afirmou.

O estudo da Anvisa também apontou que a presença de sódio em refrigerantes de baixas calorias é superior em relação aos refrigerantes comuns. Segundo a agência, o motivo é a maior presença de corantes no produto.

Já os sucos feitos à base de néctar foram os que tiveram a maior quantidade de açúcar registrada. Nos sucos feitos com polpa de fruta, o de manga foi o que apresentou menor quantidade de açúcar. O de uva foi o que apresentou maior quantidade de açúcar.

Fonte: G1

Governo assina acordo para diminuir sódio nos alimentos

12 de abril de 2011

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e as associações que representam os produtores de alimentos processados, assinaram, na quinta-feira (7), um termo de compromisso com o objetivo de reduzir gradualmente a quantidade de sódio em 16 produtos industrializados.

“Este acordo com a indústria alimentícia representa um passo fundamental para que seja atingida a recomendação de consumo máximo da Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de menos de 5 gramas de sal diários por pessoa, até 2020”, disse o ministro.
O documento estabelece um teor máximo de sódio para cada 100 gramas de alimento, que varia de acordo com o tipo de produto. No caso das massas instantâneas, esse teor ficaria limitado a 1,9 grama, o que representaria uma diminuição anual de 30% nos valores atuais.

Além disso, o acordo estabelece que algumas das metas apresentadas devem ser cumpridas pelo setor produtivo até 2012 e aprofundadas até 2014.

Representando os produtores, participaram da negociação a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia), Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias (Abima), Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo) e a Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (Abip).

“É um fomento à alimentação saudável, equilibrada e nutricionalmente adequada. Desta forma, a indústria se propõe a reduzir gradualmente o uso do sódio em seus produtos a fim de promover melhor qualidade de vida ao à população”, completa o presidente da Abia, Edmundo Klotz.

Fonte: CRN9

Quando a lipo não sai como o esperado

28 de março de 2011

Para você que acha que a lipoaspiração é um procedimento simples leia com atenção essa matéria e me diga se não vale a pena tentar fazer exercício físico ao invés de partir direto para procedimentos como este.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, a lipoaspiração é segunda cirurgia estética mais realizada no país, atrás apenas do implante mamário de silicone. Mas ao contrário do que dizem algumas clínicas e médicos não tão bem intencionados, a lipo não é um procedimento simples e milagroso.

Paralelamente aos riscos de vida e de saúde, há muitos casos em que o resultado estético fica totalmente aquém do esperado. A fisioterapeuta dermato-funcional Juliana Borges, especialista em tratamentos pós-operatórios de cirurgias plásticas, explicou um dos principais motivos pelo qual isso acontece: “Toda cirurgia, incluindo a lipoaspiração, faz com que o corpo desenvolva fibroses, em maior ou menor grau. A fibrose é um edema que se forma no tecido durante o período de cicatrização. Quanto mais gordura o cirurgião retira, mais fibroses aparecem. O tecido da região fica enrijecido e com um aspecto irregular”. No caso da foto acima, aconteceu exatamente isso. “A gordura foi retirada excessivamente, já perto demais da pele”, explicou a especialista.

O que muita gente não sabe é que já existe uma técnica que pode ajudar melhorar casos como o da foto acima. “A técnica de Liberação Tecidual Funcional foi desenvolvida especificamente para prevenção e tratamento de fibroses e aderências decorrentes de cirurgias plásticas. Claro que toda lipoaspiração requer drenagem linfática no pós-operatório, mas em casos de fibroses e aderências, tratamentos baseados somente em drenagem linfática são ineficazes. É necessário reorganizar todo o tecido cicatricial”, contou.

Na foto acima, vemos a paciente com fibrose e aderência pós-lipoaspiração e depois de dois meses de tratamento com a técnica de liberação do tecido funcional.

Para obter um resultado legal com a lipoaspiração, os pacientes precisam ficar atentos ao tratamento necessário no pós-operatório. “Mesmo fibroses menores devem ser eliminadas para que o aspecto final seja bom. E além de fibroses e aderências, é importante também cuidar da flacidez, para não ficar com a pele da barriga caída e com o ‘umbigo triste’”, diz Juliana. Vale lembrar que o corpo demora cerca de seis meses para cicatrizar depois de uma lipo. Porém, quanto antes o tratamento para fibrose começar, mais chances de obter melhores resultados.

Veja alguns cuidados essenciais antes de submeter-se a uma lipoaspiração:

– Procure indicações de cirurgiões conhecidos, confirme se ele é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica www.cirurgiaplastica.org.br. Depois, procure uma segunda opinião.

– Não acredite em milagres. A lipo não vai deixar seu corpo perfeito se você não pratica exercícios e não tem hábitos saudáveis. Também não se trata de um procedimento banal. É uma cirurgia que requer muita atenção e cuidados.

– Cuidado para não deixar-se encantar por preços baixos demais. É aconselhável que a lipo seja feita em um hospital com UTI e que o cirurgião conte com assistente e anestesista, entre outros. Clínicas e hospitais sem UTI não são indicados.

– Há uma série de exames a serem feitos para ver se o paciente está apto a passar pela cirurgia. Cirurgias plásticas estéticas só podem ser feitas em pacientes saudáveis.

– É aconselhável que seja retirado em gordura no máximo de 5% a 7% do peso do paciente. Mais do que isso pode ser prejudicial.

– Os cuidados pré e pós-operatório são essenciais para que a cirurgia seja bem-sucedida.

Serviço:
Juliana Borges é fisioterapeuta dermato-funcional
http://www.fisiodermeonline.com.br/

Fonte: Yahoo

Cientistas sugerem novo índice para medir a obesidade

24 de março de 2011

Saiu dia 03 de março no site da revista veja essa matéria sobre o Índice de Adiposidade Corporal (BAI), vale a pena conferir!

Pesquisadores acreditam que essa será uma alternativa ao índice de massa corporal (IMC), medida utilizada há 200 anos.

Sistema antigo: o IMC, usado há dois séculos, apresenta falhas e não é eficaz para atletas ou crianças

Cientistas desenvolveram uma nova fórmula capaz de medir se uma pessoa está acima do peso sem a necessidade de subir em uma balança. A medida, batizada de Índice de Adiposidade Corporal (BAI), é a divisão da circunferência do quadril pela altura menos dezoito, que resulta no percentual de gordura corporal. Segundo a pesquisa publicada nesta quinta-feira no periódico científico Obesity, essa seria uma alternativa ao índice de massa corporal (IMC — calcule aqui seu índice), medida amplamente utilizada por médicos de todo o mundo há 200 anos, calculado a partir da divisão do peso pela altura ao quadrado.

Os pesquisadores formularam o índice a partir de um estudo feito com uma população hispânica dos Estados Unidos. Depois, eles confirmaram a exatidão da escala ao compará-la com outra pesquisa, feita com a população negra americana, em que foi utilizado um exame conhecido como desintometria (DXA), considerado o padrão ouro para a medida da obesidade. Essa comparação demonstrou resultados semelhantes, sugerindo que o novo índice poderia ser utilizado em grupos de diferentes etnias.

Para Marcio Mancini, presidente do departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem), o novo índice poderá ser utilizado para complementar a avaliação do paciente obeso. “Um índice não substituirá o outro. Eles podem ser utilizados ao mesmo tempo. Atualmente, o IMC é utilizado para comparar populações, definir prescrição de medicações ou antes da realização de uma cirurgia bariátrica”, diz.

Apesar de o IMC apresentar falhas e não ser eficaz para representar a situação de atletas ou crianças, Mancini lembra ele não é a única medida adotada. “Temos também a avaliação clínica do especialista e a medição da circunferência do abdome e do quadril”, afirma.

De acordo com os autores do estudo, a fórmula ainda precisa de ajustes e deve ser testada em outros grupos étnicos. Eles acreditam que o método poderá ser utilizado em locais com acesso limitado à infraestrutura de saúde pública, sem uma balança, por exemplo.

“Após a realização de uma validação adicional, essa medida, que é facilmente obtida, poderá ser proposta como ideal para saber o percentual de gordura de uma pessoa”, disseram os pesquisadores. “Antes disso, será preciso comprovar se ela prevê o percentual de gordura em crianças e se será capaz de prever o risco de doenças cardiovasculares”, acrescentaram.

Fonte: Veja

Silicone pode causar câncer raro!

6 de fevereiro de 2011

Os famosos silicones nos seios aumentam o risco de desenvolver um tipo extremamente raro mas tratável de câncer. O alerta foi anunciado nessa quarta-feira pela Food and Drug Administration, o FDA (órgão americano que controla alimentos e remédios).

Implantes salinos ou de silicone: o linfoma cresce no seio, geralmente na cápsula de tecido cicatrizado que se forma ao redor do implante.

O risco ocorre para implantes salinos ou de silicone feitos tanto em reconstruções após cirurgia de câncer ou para o simples aumento estético.

O câncer, chamado linfoma anaplásico de grandes células, envolve o sistema imunológico e não é um tipo de câncer de mama. Normalmente, ele se caracteriza por uma doença sistêmica, mas nos casos de implantes o linfoma cresce geralmente na cápsula de tecido cicatrizado que se forma ao redor do implante. Os casos foram descobertos em mulheres que desenvolveram sintomas muito tempo depois da cirurgia – nódulos, dor, assimetria dos seios, acúmulo de líquidos e inchaço.

“Em alguns casos, basta remover o implante e o tecido cicatrizado para se livrar da doença, mas algumas mulheres podem precisar de quimioterapia e radioterapia”, diz William Maisel, cientista-chefe e diretor-adjunto do centro da FDA para dispositivos e saúde radiológica. Segundo Maisel, houve alguma evidência, embora não conclusiva, de que a forma de linfoma encontrada em pacientes com implante era menos agressiva que a do tipo comum.

Casos registrados – Até agora, a agência afirmou que soube de cerca de 60 casos em todo o mundo, um número pequeno se comparado aos 5 a 10 milhões de mulheres com implantes. Mas, mesmo que pequeno, o número parece excessivo quando comparado à incidência normal da doença: esse tipo de linfoma no seio é encontrado normalmente em apenas três a cada 100 milhões de mulheres que não têm implantes.

Como o risco parece ser pequeno, a FDA afirmou que “os dados existentes permitem a continuação da comercialização e uso de implantes de seio”. Mas também registrou que as mulheres que cogitam fazer implantes devem primeiro discutir as informações com seus médicos.

Pós-cirúrgico – “As mulheres com implantes que não têm sintomas não precisam fazer nada de especial ou alterar sua rotina de cuidados com a saúde”, diz Maisel. Mas, de acordo com o especialista, elas devem prestar atenção a qualquer alteração e procurar o médico se houver inchaço, nódulos ou outros sintomas.

Como há poucos dados sobre o linfoma, segundo Maisel, a agência “não está confortável para recomendar um tratamento específico. Os casos podem ser diferentes e mulheres que têm a doença precisam ser tratadas por um cirurgião de mama e um oncologista. O mercado mundial de implantes de seio é de aproximadamente 820 milhões de dólares e cresce 8% por ano, segundo dados da indústria.
Opinião do especialista

Ronaldo Golcman, doutor em cirurgia plástica pela Faculdade de Medicina da USP
“A prudência manda você ficar atento a essa informação, mas, por ora, não é necessário repensar o uso da prótese ou retirar as próteses já colocadas. Como sempre, são necessários estudos antes de qualquer afirmação, pois ainda é impossível dizer se há uma relação de causa e efeito. São dez milhões de mulheres com prótese, e apenas 60 tiveram esse tipo de câncer, o que pode ser uma coincidência. Não há motivo para alarme.”

Fonte: Veja